O Estado de Israel — condenado pela ONU por crimes de guerra — comete o maior genocídio em curso no mundo, sustentado pelo sionismo, ideologia racista, supremacista e de extrema-direita.
Diante das denúncias, o sionismo responde com uma campanha internacional de repressão a ativistas, buscando silenciar vozes contrárias à colonização e ao Apartheid praticado por Israel.
No Brasil, o PL 1424/26 de Tábata Amaral aprofunda esse cerceamento, equiparando antissionismo a antissemitismo e criminalizando qualquer crítica ao Estado de Israel — abrindo caminho para reprimir ativistas, sindicatos e toda voz dissidente.
Aqui em Porto Alegre, o governo Melo e Paschoal, por meio da SMED, oferece capacitação para professoras e professores da rede pública municipal através da ONG StandWithUs, organização ligada ao sionismo — levando a narrativa sionista para dentro das escolas públicas.
Vamos debater, nos informar e nos organizar!

25 de junho | 18h30

SIMPA
Mesa de debate aberta a todas e todos. Entre em contato para mais informações.
Silêncio é cumplicidade.
Solidariedade é Resistência.
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