
Diante do agravamento das condições de trabalho no Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (HMIPV), o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) e a Associação das Servidoras e Servidores do Hospital Materno Infantil Presidente Vargas (ASSERPV) solicitaram reunião com a direção da instituição para tratar de pautas que impactam diretamente a saúde dos trabalhadores e trabalhadoras, além da qualidade do atendimento prestado à população.
A cobrança do sindicato ocorre em meio ao cenário de crise na saúde pública municipal, marcado pela falta de servidores, sobrecarga das equipes, adoecimento crescente e ausência de respostas concretas da gestão para problemas estruturais já denunciados pela categoria.
Entre os temas urgentes para discussão estão a escala de férias e licenças-prêmio da enfermagem, uso do refeitório, destinação da sala da ASSERPV, insuficiência de pessoal, registro e acompanhamento de acidentes de trabalho, funcionamento do centro de infusões e elaboração de plano de contingenciamento para situações de superlotação e operação inverno.
Para o sindicato, não é mais aceitável que trabalhadores e trabalhadoras sejam submetidos diariamente à precarização das condições de trabalho enquanto enfrentam jornadas exaustivas, déficit de equipes e pressão permanente em um serviço essencial à população.
O Simpa e a ASSERPV reforçam que a valorização dos profissionais e a garantia de condições adequadas de trabalho são fundamentais para assegurar um atendimento digno à população.
A saúde pública não pode seguir sendo administrada à custa do adoecimento de quem sustenta o atendimento.
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