
O portal Sul21 publicou, nesta quarta-feira (4/11), uma reportagem, assinada por Fernanda Bastos, destacando as críticas do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (SIMPA) à Parceria Público-Privada (PPP) Escola Bem-Cuidada, implementada pelo governo Sebastião Melo. O Sindicato alerta que a transferência de serviços escolares à iniciativa privada poderá fragmentar o funcionamento das escolas, ameaçar a gestão democrática e afetar as relações de trabalho.
A PPP prevê a transferência da manutenção, limpeza, segurança e outros serviços não pedagógicos das escolas municipais para empresas privadas, por meio de um contrato de 20 anos. A implementação será gradual, começando por 30 unidades ainda em novembro de 2026.
Para o SIMPA, a escola pública deve ser compreendida como um espaço integrado, no qual todos os trabalhadores e trabalhadoras desempenham funções fundamentais para a educação. A separação entre atividades pedagógicas e serviços de apoio pode comprometer a organização das unidades e a autonomia das comunidades escolares.
Diante dos possíveis impactos sobre as condições de trabalho e os direitos dos profissionais, o Sindicato defende que o Ministério Público do Trabalho (MPT) acompanhe o contrato e sua execução.
O SIMPA reafirma sua posição contrária à privatização dos serviços públicos e sua defesa de uma educação pública, democrática, de qualidade e socialmente referenciada.
Para ler a matéria na íntegra, acesse:
https://sul21.com.br/noticias/educacao/2026/11/simpa-diz-que-ppp-do-governo-melo-vai-fragmentar-a-escola-e-pede-que-mpt-acompanhe-contrato/
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