
Além de cobrar um valor alto pelo refeitório — descontado todo mês, inclusive em férias e licenças — agora irá retirar o atendimento na catraca, deixando trabalhadores sem qualquer suporte e até sem garantia de refeição.
Mesmo quando não come, o servidor paga. E como se não bastasse, a direção ainda quer cobrar R$ 7 pela segunda via do crachá.
Isso não é organização nem economia. É precarização, é desrespeito com quem garante o cuidado à população todos os dias.
O SIMPA já oficiou o HPS e a SMS.
É inadmissível que o servidor pague pela má gestão.
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