
A bagunça proposital provocada por Leonardo Pascoal
Hoje, dia 30/12, a diretoria do SIMPA acompanhou, mais uma vez, na SMED, colegas que estão sofrendo as consequências do remanejo forçado nas escolas.
Esse processo autoritário e adoecedor é consequência da política de desmonte da educação e assédio velado às educadoras e educadores promovida por Melo e Pascoal.
Entre outros ataques, ocorre o fechamento dos 6⁰s anos em 10 escolas municipais, a “reorganização” curricular das escolas, em especial, das integrais, e a diminuição dos períodos de história, geografia, artes e filosofia. Além disso, o processo seletivo das direções, acontece de acordo com a vontade do secretário de educação, Leonardo Pascoal, ao invés de seguir o cronograma que o mesmo estipulou.
A desorganização em que a SMED está imersa foi criada pelo capricho de Leonardo Pascoal. Neste final de ano, quando as educadoras/es deveriam estar descansando de um ano cansativo e desgastante, centenas de trabalhadoras/es estão sem saber onde irão trabalhar.
Em conversa com a chefe de RH da SMED, fizemos questionamentos sobre a situação.
Seguem as orientações:
Toda essa bagunça poderia ter sido evitada se a gestão democrática fosse respeitada, com direções eleitas e a comunidade escolar sendo consultada sobre possíveis mudanças!
O SIMPA repudia a política neoliberal, autoritária e adoecedora que Melo e Pascoal tentam implementar e permanecemos à disposição das e dos colegas para enfrentar os desmandos desse governo.
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