
A SMED do governo Melo e Leonardo PASCOAL, oferta capacitação para professores da rede pública municipal de Porto Alegre, por meio da ONG StandWithUs ligada ao Sionismo, com André Last, teórico conhecido pela parcialidade em defesa dos interesses políticos do “Estado” de Israel e parceiro da produtora Brasil Paralelo. Conhecida por diversas denúncias de desinformação e distorção de fatos históricos ou científicos, processo judicial por conteúdo enganoso usando laudo falso no documentário do caso Maria da Penha, críticas acadêmicas e jornalísticas sobre revisionismo histórico, omissão de contexto e interpretações seletivas de eventos. Levantando sérias preocupações sobre a objetividade pedagógica, a autonomia docente e o conteúdo político inserido na formação educacional.
É importante salientar que o Sionismo é uma corrente política-ideológica, racista e de extrema-direita, que defende o genocídio Palestino, a colonização e a política de Apartheid em prática pelo “Estado” de Israel, já declarado pela ONU como um Estado que comete crimes de guerra, determinando que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu responda como criminoso de guerra, diante das atrocidades cometidas contra o povo palestino. Em meio ao maior genocídio em curso, neste momento, no mundo, a SMED/POA pretende capacitar professores para reproduzirem a versão do opressor.
A parceria da SMED acontece no momento em que está em curso uma campanha internacional do sionismo para reprimir ativistas críticos aos crimes cometidos pelo “Estado” de Israel, buscando silenciar vozes contrárias à sua política de colonização e Apartheid, e estabelecer a narrativa oficial a favor do Sionismo.
No Brasil ameaça prosperar o PL 1424/26 da deputada Federal Tábata Amaral, que consolida o cerceamento da liberdade de expressão, de forma desonesta colocando um sinal de igual entre antissionismo (crítica à política de “Estado” de Israel) e antissemitismo (racismo contra povo Judeu). Se o PL de Tábata for aprovado não poderá ser feito nenhuma crítica à política de “Estado” de Israel, sob pena de ser considerado crime.
A situação também acende um alerta: o uso de materiais de origem privada, com agenda ideológica explicitamente parcial, na educação pública de POA pode comprometer a qualidade e a pluralidade do ensino.
O SIMPA defende a necessidade de transparência e rigor com os fatos no debate público, assim como a suspensão da parceria com a ONG em questão.
Diante desses elementos, é fundamental questionar:
* Por que a SMED/Porto Alegre recorre a uma ONG internacional ligada a corrente política de extrema-direita e financiada pelo “Estado” de Israel, para formação docente?
* Houve avaliação pedagógica independente do conteúdo utilizado?
* Existe espaço para pluralidade de visões no debate apresentado aos professores?
A educação pública deve ser guiada por princípios de pluralismo, rigor acadêmico e independência. É preciso discutir com transparência essas parcerias e garantir que a escola continue sendo um espaço de formação crítica, com autonomia, independência, rigor científico e liberdade para o contraditório.
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