Em entrevista à Rádio Bandeirantes, a diretora-geral do Simpa, Marília Iglesias, denuncia os graves impactos da troca da empresa responsável pela Atenção Primária: redução salarial de até 60%, falta de profissionais, precarização das relações de trabalho e rompimento dos vínculos com as equipes e a população.
A crise já é realidade e, sem um plano de emergência, o colapso do SUS municipal será inevitável. Quem pagará essa conta serão os trabalhadores e, principalmente, os usuários que dependem da saúde pública.
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