6º Congresso do Simpa tem início com chamado à organização da classe trabalhadora

 

Com o tema “Reorganizar a Classe Trabalhadora para Lutar e Avançar”, teve início na noite desta sexta-feira, 26, o 6º Congresso do Simpa, realizado na sede da entidade. Na abertura, que reuniu dezenas de delegados, foi feita uma fala política da direção do Sindicato, seguida da leitura e aprovação do regimento que guiará os trabalhos. Na sequência, foram apresentadas as seis teses que embasarão os debates, de autoria de diferentes forças políticas presentes na categoria, além do núcleo de aposentadas e aposentados.

 

Durante a abertura, a direção ressaltou o desafio de o Congresso fazer um balanço das ações realizadas até aqui e indicar como deve ser a atuação no próximo período, marcado por retrocessos nas esferas federal, estadual e municipal.

 

Entre os principais desafios no plano nacional estão a luta contra a reforma que acaba com a Previdência Social nos termos da Constituição de 1988; a resistência ao conservadorismo e autoritarismo do governo Bolsonaro e aos ataques aos direitos da classe trabalhadora; a defesa do serviço público, das políticas públicas e dos servidores como um todo; a luta contra a cultura de violência, contra o machismo, o racismo, a LGBTfobia e todas as formas de preconceito e opressão.

 

No que diz respeito ao município, estão, entre outros desafios, a defesa do serviço público contra o desmonte e a política privatista de Marchezan e seus aliados; a luta contra os ataques do prefeito aos direitos da categoria municipária e a ampliação e fortalecimento do diálogo com a categoria e com a população para fazer frente a esses retrocessos. Da mesma forma, faz parte dos desafios da atualidade, no plano estadual, barrar a política de entrega do patrimônio dos gaúchos levada a cabo pelo governo tucano de Eduardo Leite, contra os ataques aos serviços públicos e aos serviços estaduais e pela retomada do desenvolvimento estadual.

 

O 6º Congresso segue neste sábado com o debate sobre as teses e votação das resoluções.

 

Para ler as teses, clique aqui.

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