
Mais uma vez, o Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) e a Associação dos Servidores do Hospital Pronto Socorro (ASHPS) denunciam a superlotação na Emergência, que nesta terça-feira (13/8) está com 38 pacientes internados em um local com capacidade para 14 pacientes. As entidades também alertam para os riscos em decorrência do déficit de servidores, em especial no bloco A, situação que tem sido recorrente e acaba resultando no atraso de cirurgias.
Administrado pela Prefeitura, o HPS é uma das referências para o atendimento de trauma em Porto Alegre. No entanto, a situação é grave, a porta de entrada do HPS é a Emergência, tanto por demanda espontânea quanto por demanda de serviço de urgência, como SAMU. Muitos pacientes precisam de cirurgia e não há servidores no bloco cirúrgico. O número cada de pacientes em macas, nos corredores, à espera de atendimento, cresce a cada dia.
Além da falta de trabalhadores para atender a demanda gerada pela quantidade de pacientes, a estrutura do HPS tem causado inúmeros problemas, um deles é a falta de torneiras para lavar o ferimentos de pacientes.
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