Ato denuncia prejuízos da reforma da Previdência na vida da população

 

Trabalhadores e trabalhadoras, dirigentes sindicais, da juventude e de diversos movimentos sociais se reuniram no fim da tarde desta quinta-feira, 14 de fevereiro, na Esquina Democrática, em Porto Alegre, para protestar contra a reforma da Previdência do governo Bolsonaro. O Simpa e a categoria municipária também estiveram presentes.
Nas falas das lideranças, foi reafirmada a gravidade da proposta para a dignidade da classe trabalhadora, especialmente para as mulheres, a população de baixa renda e para os jovens que ainda ingressarão no mercado de trabalho.

 

O texto, cuja versão final será apresentada em breve, estabelece uma série de novas regras que retiram direitos, aumentam a idade mínima para homens e mulheres, reduzem os valores das aposentadorias e criam um sistema de capitalização privada contrário ao caráter solidário de repartição que rege a Previdência Social. Se for aprovada, a reforma significará acabar com a dignidade do povo brasileiro na fase idosa, momento em que há mais necessidade de assistência, e condenará o povo a trabalhar até morrer.

 

Assim como o governo Temer, a equipe de Bolsonaro – com o ministro Paulo Guedes à frente – diz que a reforma é necessária para resolver o suposto déficit da Previdência e sanar as contas públicas. Porém, a Associação Nacional dos Auditores Fiscais (Anfip) já demonstrou que há um superávit de mais de R$11 bilhões. E dados da CPI da Previdência, no Senado, apontam que passam dos R$ 450 bilhões as dívidas de patrões que deixaram de repassar a contribuição de seus funcionários ao INSS.
Na verdade, a reforma só servirá para aumentar os lucros do setor financeiro, ávido por administrar o regime de previdência privado e, assim, abocanhar o dinheiro que deveria servir para sustentar os aposentados.

 

Para o Simpa, é fundamental que trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, dos setores público e privado e estudantes estejam nas ruas protestando contra a reforma e pressionando os parlamentares para que votem em favor dos direitos da classe trabalhadora, barrando mais este retrocesso.

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